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Professores com "esperança" em solução que lhes permita fica mais perto de casa

Professores com "esperança" em solução que lhes permita fica mais perto de casa

Professores que hoje estiveram reunidos com o primeiro-ministro, António Costa, em Matosinhos, saíram do encontro "com esperança" na resolução do problema do concurso de colocações de professores, que dizem ser "injusto" e "ilegal".

Após chegar ao Centro de Congressos de Matosinhos, onde participa hoje numa ação de campanha da candidata do PS à Câmara de Matosinhos, Luísa Sagueiro, o primeiro-ministro recebeu quatro professores de um grupo de mais de 100 que esteve concentrado à sua espera.

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No final do encontro, que durou cerca de meia hora, dentro do Centro de Congressos, o professor Paulo Fazenda afirmou aos jornalistas que "há esperança" na resolução do problema.

"A solução política não passa por nós", disse, acrescentando que António Costa ficou sensível, "percebeu as causas e as consequências", e disse que vai falar com o ministro da Educação para "tentar resolver" o problema "antes de o ano letivo se iniciar, ainda que o início desse ano letivo sofresse um adiamento".

Cerca de 100 professores dos quadros estiveram hoje concentrados em frente ao centro de congressos de Matosinhos à espera da chegada do primeiro-ministro, António Costa, protestando contra o concurso que consideram "injusto e ilegal".

Segundo Manuela Almeida, professora do movimento de docentes 'Luta de Professores por um Concurso Mais Justo', o desenvolvimento do processo de colocação de professores "é fatídico", porque em democracia a lei permite que se alegue o interesse público e se mantenha "a injustiça e a ilegalidade do concurso de colocação de professores efetivos".

Os professores queriam reunir-se com António Costa para que fosse possível, aos docentes que ficaram colocados a centenas de quilómetros de distância de casa, serem "recolocados no lugar onde deveriam estar este ano".

Os professores contestam o facto de não terem sido lançados no concurso os horários incompletos, afirmando que muitos ficaram colocados em escolas a muitos quilómetros de distância.

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