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Professores contestam regras e há mais de 20 queixas à provedora da Justiça

Professores contestam regras e há mais de 20 queixas à provedora da Justiça

As novas regras, anunciadas na semana passada pelo ministro da Educação João Costa, para minimizar a falta de professores no 3.º período está a gerar contestação. Desde sexta-feira à tarde, quando saíram as colocações da reserva de recrutamento, chegaram à Provedoria de Justiça "mais de 20 queixas", apurou o JN.

Fenprof, SIPE e ASPL pedem ao ministério que os horários de todos os contratados sejam completados. O problema, garantem, é que a regra pode gerar ultrapassagens na carreira, além de penalizar quem aceitou horários incompletos.

Filipa Carvalho está, desde novembro, colocada num horário de 16 horas letivas, em Famalicão. Faz mais de 60 quilómetros por dia para ir dar aulas e, se a docente que está a substituir regressar da baixa, vai para o desemprego. Aos 40 anos e após 10 a dar aulas em horários incompletos, ficou revoltada quando percebeu que, na sexta-feira, docentes mais novos foram colocados em horários completos e anuais (até 31 de agosto) perto da sua casa.

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