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Professores podem receber convocatória para vacina até sexta-feira

Professores podem receber convocatória para vacina até sexta-feira

Professores, educadores e funcionários do ensino Pré-Escolar e 1.º ciclo podem receber a convocatória (via SMS) para a vacinação à covid-19, agendada para este fim de semana, até esta sexta-feira, confirmou o JN junto da "task-force".

As convocatórias para a vacinação, através de telefonemas ou mensagens para o telemóvel (SMS), começaram a ser enviadas esta quarta-feira, também serão enviadas amanhã e "eventualmente" sexta-feira, confirmou o JN junto da "task force" que coordena o plano de imunização.

As mensagens informam o dia, hora e local onde irá decorrer a vacinação e os professores ou funcionários têm de responder Sim ou Não.

A vacinação de 78700 professores e funcionários de escolas públicas e privadas, do Pré-Escolar, 1.º ciclo e da "Escola a Tempo Inteiro" arranca este fim de semana. Na comissão eventual para o acompanhamento de aplicação das medidas de resposta à pandemia, esta quarta-feira à tarde, no Parlamento, a deputada do PSD Cláudia André referiu-se a "dezenas" de professores de vários distritos que ainda não tinham recebido a SMS para a vacinação.

Tiago Brandão Rodrigues respondeu ter informação de que todos irão receber a SMS e que a "task-force" tem um conjunto de verificações a fazer antes de enviar as mensagens, pois há docentes que já foram vacinados por pertencerem a outros grupos prioritários, como o de 50 anos com comorbilidades. Quem não receber a SMS "tem que se dirigir ao diretor para o Ministério da Educação ser informado e transmitir", explicou o ministro. As escolas, aliás, receberam na terça-feira a informação sobre esse procedimento.

Vacinação nos restantes ciclos arranca dia 10

A vacinação, recorde-se, vai ser administrada nos centros de saúde (se o universo de profissionais for inferior a 250), nos agrupamentos (se for entre 250 e 500) ou nos centros de vacinação covid-19 (se for superior a 500). Para o fim de semana de 10 e 11 de abril está prevista a vacinação dos professores e funcionários dos restantes ciclos, podendo o processo ser prolongado para 17 e 18 de abril "se vier a ser necessário", sendo que a "task-force" prevê a conclusão dos cerca de 280 mil profissionais em abril.

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A deputada do CDS Ana Rita Bessa perguntou ao ministro da Educação se haverá alguma consequência, em termos de permanência no regime presencial, para quem recusar ser vacinado. Tiago Brandão Rodrigues sublinhou que a imunização é facultativa e não obrigatória. No entanto, "é absolutamente central para conseguirmos a imunidade de grupo", argumentou, apelando aos docentes para não hesitarem e aproveitarem a oportunidade.

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