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Professores sem visto retidos em São Tomé

Professores sem visto retidos em São Tomé

Trinta e cinco professores contratados colocados na Escola Portuguesa de São Tomé (EPST) - que integra a rede pública nacional de ensino - estão desde setembro a aguardar por visto.

Os docentes entraram no país com vistos de turistas e, a uma semana do fim do primeiro período e com viagens compradas para Portugal, ontem ainda estavam sem passaportes. Governo e direção da escola garantem que todos poderão viajar antes do Natal.

O Ministério da Educação garante que, de acordo com informações recolhidas junto da EPST, "os professores estão a levantar os passaportes e os vistos de trabalho, pelo que nenhum estará impedido de sair de São Tomé durante a interrupção letiva". Mas ao JN a diretora da escola assegura que só "segunda-feira terão os passaportes". Manuela Costeira explica que "a obtenção dos vistos foi tramitada através da embaixada de Portugal e que o processo é sempre moroso".

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