Covid-19

Profissionais de saúde ainda sem subsídio de risco

Profissionais de saúde ainda sem subsídio de risco

Os profissionais de Saúde ainda não terão recebido o subsídio extraordinário de risco previsto no Orçamento do Estado para 2021 e que devia ter começado a ser pago a partir de fevereiro.

O subsídio deve ser pago de dois em dois meses e aplica-se enquanto o país estiver em estado de emergência, calamidade ou contingência, sendo abrangidos os profissionais de Saúde que estão na linha da frente no combate à covid-19.

O complemento não foi processado como previsto no salário de fevereiro e pode não ser em março, avança o jornal "Público" esta quarta-feira. É que os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) ainda não terão criado os códigos que permitem aos recursos humanos de cada entidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS), como, por exemplo, os hospitais e o INEM, processarem este subsídio juntamente com os salários.

Sindicato dos Enfermeiros e Sindicato Independente dos Médicos lamentam e responsabilizam a ministra da Saúde, Marta Temido, pelo atraso no pagamento.

Este subsídio de risco foi aprovado pelo Parlamento durante o debate na especialidade do Orçamento de Estado e abrange os profissionais de saúde que contactem diretamente com doentes com covid-19, além de infetados e suspeitos de infeção com o novo coronavírus. É um subsídio bimensal e corresponde a 20% da remuneração base, mas não pode ultrapassar os 219 euros por mês, metade do indexante de apoios sociais (IAS).

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG