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Proteção Civil tem 600 precários à espera há dois anos

Proteção Civil tem 600 precários à espera há dois anos

Quase dois anos depois do parecer favorável ao Programa de Regularização dos Vínculos Precários da Administração Pública (PREVPAP) na Proteção Civil, os cerca de 400 elementos da Força Especial de Bombeiros, conhecidos por canarinhos, e os 230 operadores de telecomunicações, do Comando Nacional e dos Distritais de Operações de Socorro, continuam à espera de ser integrados na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

A Escola Nacional de Bombeiros (ENB), gerida pela Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), mantém-se como o veículo através do qual a Proteção Civil paga os cerca de 13 milhões de euros anuais àqueles mais de 600 operacionais. Apesar destes não terem vínculo laboral à ANEPC, é para a instituição liderada por Mourato Nunes que trabalham e de quem recebem ordens.

O Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais (SNBP) lamenta o atraso e lembra que "cancelou um aviso de greve",após o compromisso do Governo em apresentar uma proposta.

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