OE2021

Quase 28 milhões para reforçar cuidados continuados e paliativos

Quase 28 milhões para reforçar cuidados continuados e paliativos

Em 2021, o Governo vai afetar 27,7 milhões de euros para reforçar a capacidade de resposta das redes de cuidados continuados integrados e de cuidados paliativos.

Segundo a versão preliminar da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2021, o investimento nas duas redes pretende aumentar o número de unidades ou lugares/camas "nas áreas geográficas mais deficitárias".

O mesmo documento aponta para um investimento nas unidades de cuidados de saúde primários até 90 milhões de euros. O objetivo é melhorar a qualidade das instalações dos centros de saúde e dos equipamentos para diversificar os serviços disponibilizados à população. Pretende-se também internalizar exames de diagnóstico e terapêutica no serviço público, ou seja, fazer mais no SNS e recorrer menos aos convencionados.

Estão ainda previstos 19 milhões de euros para dar continuidade à implementação do Plano Nacional de Saúde Mental. A verba destina-se ao reforço das equipas comunitárias de saúde mental de adultos, de infância e adolescência, em sistemas locais de saúde mental; à implementação de programas de prevenção e tratamento da ansiedade e depressão; à instalação de respostas de internamento de psiquiatria e saúde mental em hospitais de agudos, tal como previsto no Plano Nacional de Saúde Mental.

O reforço da oferta de cuidados continuados integrados de saúde mental em todas as regiões de saúde e a criação de respostas residenciais para pessoas com perturbações mentais crónicas residentes nos hospitais psiquiátricos são outros investimentos apontados na proposta preliminar de Orçamento do Estado 2021.

Segundo o documento, todos estes investimentos podem ser "enquadrados nos instrumentos financeiros do "Next Generation EU", designadamente no Instrumento de Resiliência e Recuperação Económica ou noutros instrumentos de financiamento da União Europeia.

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