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Quase metade dos infetados mantém algum sintoma após três meses

Quase metade dos infetados mantém algum sintoma após três meses

Estudo avaliou persistência de sintomatologia em doentes diagnosticados no Hospital de São João nas 1.º e 2.º vagas. Fadiga, distúrbios do sono e estados depressivos são os mais relatados.

Três meses após diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2 sintomática, 40% dos doentes mantinham ainda algum sintoma. Com maior persistência nas mulheres e nas faixas etárias acima dos 30 anos. Fadiga, distúrbios do sono e sintomas depressivos, moderados a graves, são as queixas mais relatadas.

Os dados são revelados ao JN por Margarida Tavares, infecciologista do Hospital de São João e coordenadora do estudo que está a avaliar a condição pós-coronavírus (ou covid longa) nos pacientes diagnosticados naquela unidade hospitalar do Porto. Estudo este que contempla agora na sua amostra pacientes da segunda vaga.

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