Despiste

Quatro vítimas do acidente na A1 continuam hospitalizadas

Quatro vítimas do acidente na A1 continuam hospitalizadas

Três pessoas estão no Hospital Universitário de Coimbra e uma no Hospital de Aveiro. Duas mulheres são as que inspiram maiores cuidados.

Dos quatro feridos ainda internados, do acidente com o autocarro de Guimarães que se dirigia para o Santuário de Fátima, duas mulheres são os casos mais graves. Uma foi operada a uma anca e a outra tem um derrame cerebral.

Os corpos dos três mortos são autopsiados, esta segunda-feira, no Instituto de Medicina Legal de Aveiro. As famílias aguardam por esta formalidade para marcarem os funerais. Recorde-se que as vítimas mortais são o motorista e proprietário do autocarro António Araújo, de 63 anos, residente em Santa Maria de Airão, Emília Castro, de 53 anos e Alberto Soares, de 77 anos, ambos residentes em Figueiredo.

O autocarro tinha partido de Figueiredo, em Guimarães, às 6.30 da manhã de sábado, rumo ao Santuário de Fátima, com 38 pessoas a bordo. Atrás, com um intervalo de três minutos, seguiam mais dois autocarros, com pessoas de Leitões e Oleiros. No total, a excursão era composta por 140 pessoas. O acidente aconteceu por volta das 9.30, na zona da Mealhada. Segundo informações do motorista do segundo autocarro, uma das primeiras pessoas a chegar ao local, o despiste terá resultado do rebentamento do pneu da frente do lado esquerdo.

O Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação da GNR de Aveiro está a investigar as circunstâncias em que ocorreu o despiste. O autocarro desgovernado passou o separador central, atravessou a faixa de contrária e saiu da autoestrada, embatendo num poste de eletricidade. A A1 esteve cortada durante várias horas, enquanto decorreram as operações de socorro, em que estiveram envolvidos 121 bombeiros, apoiados por 52 viaturas e um helicóptero.

Em Guimarães, a União de Freguesias de Leitões Oleiros e Figueiredo e o Município montaram uma equipa multidisciplinar de apoio às vítimas. No sábado à noite, esta equipa recebeu as primeiras 21 pessoas que voltaram a Guimarães em duas ambulâncias dos Bombeiros Voluntários da Mealhada e numa da corporação da Taipas. Entretanto, a equipa tem feito visitas domiciliárias às vítimas, no sentido de aferir as necessidades a que é preciso dar resposta.

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