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Rangel crê que Rio chegará a primeiro-ministro "mais cedo do que tarde"

Rangel crê que Rio chegará a primeiro-ministro "mais cedo do que tarde"

Paulo Rangel defendeu que o presidente do PSD já esteve mais longe de chegar a chefe de Governo. Rui Rio, disse, conseguirá tal feito em breve, até António Costa lidera "um governo de encenações".

"Estou convencido, porque tem uma visão estratégica para o médio prazo e não para amanhã, que nós vamos ver Rui Rio, e mais cedo do que tarde, primeiro-ministro de Portugal", disse Paulo Rangel, este sábado, no congresso em Viana do Castelo, onde começou a sua intervenção prestando uma homenagem ao histórico assessor do PSD Zeca Mendonça, falecido recentemente.

O eurodeputado do PSD disse que acredita que o partido poderá contar com Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz, os candidatos nas diretas do partido, na luta em que o partido se tem de lançar agora. E disparou ao Governo de António Costa, que acusa de ser "o governo do pastor e do lobo". "De cada vez que o PSD apresenta uma medida diferente, Costa tem medo e ameaça com a demissão", diz, aludindo ao recente episódio da proposta de redução do IVA da eletricidade, para as quais garante que o PSD apresentou contrapartidas.

Num discurso de ataque ao Governo, Rangel disse também que este é um Governo de "ministros invisíveis" - citou as pastas da Coesão, do Planeamento e do Mar - e lembrou o "desplante" recente da ministra da Agricultura, que disse que a epidemia do coronavírus até poderia ser uma boa oportunidade para as exportações portuguesas. "Se fosse do PSD, era obrigada a demitir-se", disse, aludindo também à atual procuradora-geral da República que acusou de "estar agora a tentar silenciar o Ministério Público". "Se fosse num governo do PSD, o que não seria?", perguntou.

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