Óbito

Reações à morte de Pina Moura

Reações à morte de Pina Moura

O ministro Mário Centeno destaca "o contributo" que Joaquim Pina Moura "deu à construção da democracia" e o ministro Pedro Siza Vieira salienta a "militância política destacada" do ex-governante.

O ex-ministro da Economia e das Finanças Joaquim Pina Moura morreu quinta-feira em casa, em Lisboa, aos 67 anos, devido a doença neurodegenerativa, disse à Lusa o filho, o fotojornalista João Pina.

O ministro das Finanças, Mário Centeno, destacou o contributo de Pina Moura para a "construção da democracia e o desenvolvimento do país".

Manifestando o seu pesar pela morte do ex-ministro da Economia e das Finanças dos governos socialistas de António Guterres, o atual titular da pasta das Finanças realçou, em declarações enviadas à agência Lusa, "o contributo" que Joaquim Pina Moura "deu à construção da democracia na sua intervenção partidária e ao desenvolvimento do país", designadamente no exercício das suas funções como ministro.

"O seu empenho ao serviço Portugal será sempre recordado e merece o público reconhecimento", afirmou.

O ministro de Estado, da Economia e Transição Digital, Pedro Siza Vieira, salientou a "militância política destacada" do antigo ministro Pina Moura.

Numa nota enviada à comunicação social, Pedro Siza Viera refere que "Pina Moura teve militância política destacada, antes e depois do 25 de abril, e entre outras funções públicas que exerceu, foi ministro da Economia em dois governos constitucionais, quando era primeiro-ministro António Guterres".

"À família enlutada apresento sentidas condolências", escreve Pedro Siza Vieira.