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Rede de urgência materna revista até março de 2023

Rede de urgência materna revista até março de 2023

Grupo para atenuar crise nos serviços de ginecologia e obstetrícia é composto por seis clínicos, de todo o país, com experiência hospitalar.

O trabalho da comissão de acompanhamento para atenuar a crise nas urgências dos serviços de ginecologia, obstetrícia e nos blocos de partos de todo o país não vai terminar no final de setembro. O Ministério da Saúde estima que a atividade do grupo "se estenda por 180 dias até a conclusão da revisão da rede de referenciação hospitalar", revelou fonte da tutela ao JN. Contas feitas, a comissão terá até ao final de março de 2023 para apresentar a nova rede.

O coordenador nacional da comissão de acompanhamento, Diogo Ayres de Campos, afirma que o grupo de cinco clínicos, um em representação de cada região do país, terá dois tipos de objetivos: a curto e a médio prazo. Em declarações à RTP, o também diretor do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse que o grupo "vai dar algum apoio e coordenar a resposta à dificuldade que há em criar e manter as equipas de urgência em obstetrícia". A prioridade é que não haja "contingências todas ao mesmo tempo".

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