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Refugiados em Portugal: "O coração dói porque não sabemos o que nos espera"

Refugiados em Portugal: "O coração dói porque não sabemos o que nos espera"

A Família Syenik chegou a Braga em março. Nina e Victor ainda têm esperança de voltar.

Para Nina e Victor Syenik, Portugal não era um país desconhecido quando, em março deste ano, chegaram a Braga, num autocarro patrocinado pelo Município para acolher refugiados da Ucrânia. Já tinham sido emigrantes, há mais de uma década, e não pensaram noutro país para fugir, quando começaram a ouvir o barulho das primeiras bombas a poucos quilómetros de casa, na região de Kiev.

Dizem que não foi pela sua integridade física que vieram, "porque já [estão] velhinhos", mas antes para salvaguardar a vida do filho, da nora e de cinco netos que trouxeram consigo. Na Ucrânia ficaram, ainda, um filho e um neto, com quem falam todos os dias para aliviar "a dor" que sentem no coração.

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