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Região Norte e Alentejo com atividade epidémica crescente

Região Norte e Alentejo com atividade epidémica crescente

O relatório "Monitorização das linhas vermelhas para a covid-19", divulgado esta sexta-feira, revela uma "tendência estável e decrescente" da atividade epidémica a nível nacional, exceto no Norte e Alentejo, onde a tendência é crescente.

O Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge (INSA) alerta que, mesmo que a tendência decrescente se confirme nas próximas semanas, é esperada a "continuação do aumento da pressão sobre os cuidados de saúde e da mortalidade". Apesar do índice de transmissibilidade (Rt) a nível nacional estar abaixo de 1, o Norte e o Alentejo permanecem acima deste patamar, com 1,02 e 1,06, respetivamente.

Mesmo que alguns indicadores estejam a melhorar - como mostrou o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) com a descida da taxa de incidência -, o INSA revela a "tendência crescente" do número diário de casos de covid-19 nas Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), que passou de 70% para 82% de ocupação numa semana, face ao valor definido como crítico de "255 camas ocupadas".

A região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) é a que reúne o maior número de internados, "onde foi ultrapassado o limiar crítico regional definido" em 103 camas. Há 108 doentes internados em estado crítico nos hospitais de Lisboa.

O instituto pede atenção para "a continuação do aumento da pressão sobre os cuidados de saúde e da mortalidade nas próximas semanas", apesar "da tendência estável a decrescente a nível nacional".

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