Conferência JN

Regionalização deve ser discutida nas presidenciais

Regionalização deve ser discutida nas presidenciais

Autarcas, Governo e portugueses: Maria das Dores Meira, presidente da Câmara de Setúbal, encontra um grande consenso em Portugal sobre a regionalização. "De que estamos à espera?", pergunta.

A criação de regiões administrativas no país deverá ser trazida para debate público já nas eleições presidenciais, marcadas para janeiro, defendeu Maria das Dores Meira, no encerramento da conferência "Que Regionalização Queremos?", organizada pelo JN em Setúbal, esta quarta-feira. "Tem que recuperar centralidade no debate político".

E o tempo é agora, diz: há mais de 40 anos que a Constituição prevê a existência de um nível intermédio de decisão política, que equilibre a gestão e a coesão do país. E não avançar com "simulacros" de regionalização, como a eleição indireta dos presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

O debate, assegura a autarca de Setúbal, é de "enorme" importância para a democracia. Mas teima em não avançar: "Todos queremos, mas não fazemos", disse, recuperando uma expressão que Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara de Gaia, tinha usado minutos antes, aludindo ao discurso político sobre a regionalização. "De que estamos à espera?", questiona.

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