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Regresso ao trabalho: "Voltar ao confinamento seria desastroso"

Regresso ao trabalho: "Voltar ao confinamento seria desastroso"

Com o fim das férias, empresas aguardam diretrizes do Governo para organizar regresso dos trabalhadores e não querem ouvir falar em restrições à mobilidade.

Há empresas que gostavam de ter já um regresso presencial ao local de trabalho após o fim das férias, mas a situação de contingência - que o primeiro-ministro anunciou que irá vigorar a partir do dia 15 - poderá frustrar as suas ambições. Do que ninguém quer ouvir falar é de novas restrições à mobilidade. "Seria a desgraça", diz o líder da Associação Empresarial de Portugal (AEP).

O Governo avisou que alargará a todo o país a situação de contingência a partir do dia 15, baralhando as contas a quem já planeava o regresso aos escritórios. O passo atrás na estratégia pretende acautelar as alterações na rotina que normalmente surgem com o mês de setembro, explicou Mariana Vieira da Silva.

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