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Rias e estuários em risco de perder centenas de quilómetros

Rias e estuários em risco de perder centenas de quilómetros

Alterações climáticas levam Universidade de Aveiro a prever que terrenos junto das rias de Aveiro e Formosa e dos estuários do Mondego, Tejo e Sado poderão desaparecer em 25 anos.

As áreas afetadas pelo efeito combinado das marés vivas, tempestades e a subida do nível médio do mar nas rias de Aveiro e Formosa e dos estuários do Mondego, do Tejo e do Sado poderão aumentar dezenas e mais de uma centena de quilómetros quadrados, daqui a pouco mais de 25 anos, em consequência das alterações climáticas.

Segundo um estudo da Universidade de Aveiro (UA), o estuário do Tejo apresenta a maior extensão inundável. No horizonte de médio prazo (2046-2065), poderá chegar aos 390 quilómetros quadrados, contra os 320 atuais, nos eventos com períodos de retorno de dois anos, e aos 435 Km2, nos esperados com intervalos de cem anos. No cenário para 2081-2100, prevê-se que atinja os 473 Km2.

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