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Rui Rio diz que Conselho Estratégico Nacional não tem uma lógica partidária

Rui Rio diz que Conselho Estratégico Nacional não tem uma lógica partidária

O PSD pretende construir um programa eleitoral de Governo de forma cadenciada e "não à pressa", conjugando o contributo de várias gerações, disse hoje o presidente do partido, Rui Rio.

Rui Rio justificou este sábado a ausência de nomes indicados por Pedro Santana Lopes no Conselho Estratégico Nacional (CEN) do PSD. "A lógica do Conselho Estratégico Nacional não é uma lógica partidária", afirmou aos jornalistas, em Coimbra, antes de entrar para a primeira reunião do CEN do PSD. "Não é negociado na lógica de forças políticas, é na lógica da competência técnica das pessoas, na competência política. Não tem nada a ver com o congresso", acrescentou o líder do PSD.

Rui Rio disse ainda que este órgão pretende criar um novo espaço de militância, no qual os portugueses tenham um partido político em que "possam militar em razão dos temas de que mais gostam e não exclusivamente naquelas coisas muito partidárias que pouca gente gosta".

Apesar de não lhe ter sido perguntado, o líder social-democrata respondeu também a quem considera que o nível etário deste órgão é elevado. "O esforço que fiz em conciliar algumas pessoas mais experientes, com mais ponderação, com um pouco mais de idade e, por outro lado, pessoas mais jovens, com mais ambição mais vontade." Na opinião de Rui Rio, "é assim que uma sociedade evolui: da conjugação das gerações; não é com ruturas geracionais".

Como explicou Rui Rio, este primeiro encontro do CEN visa que os seus 32 membros se conheçam, "analisar uma ou outra questão" e "acima de tudo, articular procedimentos, a forma como no futuro vamos trabalhar". Uma das mais importantes tarefas deste órgão será a elaboração, "sem pressas", de um programa de Governo para apresentar nas próximas eleições Legislativas.

O presidente do PSD acrescentou que "a dinamização do Conselho Estratégico Nacional nos distritos vai envolver centenas de pessoas e é vital que envolva essas centenas de pessoas". Exemplificando, referiu: "Queremos que os médicos que militam em Bragança tenham um espaço para debater a Saúde."

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