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Rosarinho, a bebé-milagre que vingou a doença da irmã

Rosarinho, a bebé-milagre que vingou a doença da irmã

"Bebé-milagre", filha de portadores de doença rara, nasceu saudável após calvário dos pais para salvar irmã doente, que morreu com dez anos.

A probabilidade de uma criança, filha de dois portadores de anemia de Fanconi (AF), nascer saudável, é de apenas 25%. Se a isto se somar a que a mãe tem 44 anos, sofreu quatro abortos e perdeu uma primeira filha com aquela doença rara, após ter passado os últimos dez anos numa luta inglória para a salvar, as chances andam perto do "milagre".

É assim que o casal Noémia Ribeiro e António Gouveia, de Baguim do Monte, Gondomar, encara o nascimento de Rosarinho. A bebé agora com três meses, veio ao Mundo precisamente um ano depois da morte da irmã Renata, fintando a genética e também a descrença e o medo dos pais. Para a investigadora do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) e diretora da Associação Portuguesa para a Investigação da Anemia de Fanconi (PFARN), Beatriz Porto, chamar "bebé-milagre" a Rosarinho faz sentido, após o "azar absoluto" que foi o encontro dos pais, ambos portadores sem o saber.

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