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Rui Rio diz que Chega se "moderou" nos Açores

Rui Rio diz que Chega se "moderou" nos Açores

O presidente do PSD disse que o acordo entre os sociais-democratas e o Chega nos Açores só foi possível porque o partido de André Ventura se "moderou". Rui Rio não descartou acordos à escala nacional com o partido de André Ventura, mas apenas se este se comportar como no arquipélago.

"Não há nenhum acordo nacional com o Chega", repetiu o líder social-democrata esta segunda-feira, no Porto. Rio acusou PS e BE de mentirem aos portugueses a respeito da situação política nos Açores por estarem "de cabeça perdida" com o facto de terem falhado o objetivo de chegar ao poder.

No entanto, Rio não negou a possibilidade de futuros acordos com o Chega a nível nacional: "Já tive oportunidade de dizer isto: se o Chega se moderar, pode haver hipóteses de diálogo. Se não se moderar, não. Nos Açores moderou-se: pediu para baixar o número de deputados regionais, a incidência do rendimento mínimo garantido e para combater a corrupção", afirmou.

Rio ironiza: "Isto é fascista?"

O PSD chegou a acordo com o Chega no arquipélago em quatro temas: redução dos deputados regionais, criação de um gabinete de luta contra a corrupção, redução da "elevadíssima subsidiodependência" e alargamento da autonomia regional, seja no Estatuto dos Açores, seja na Constituição. "Isto é fascista?", ironizou Rio por várias vezes.

O Chega e a Iniciativa Liberal, recorde-se, chegaram a acordo para viabilizar um Governo composto por PSD, CDS e PPM, que Rio descreveu como uma nova "Aliança Democrática".

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Vasco Cordeiro, líder do PS/Açores, mantém o protesto contra a indigitação de José Manuel Bolieiro, dirigente do PSD local. O líder socialista queixa-se de "atropelo às competências do Parlamento" e reclama a oportunidade de propor um Governo, ainda que este viesse a ser chumbado pela Assembleia Regional.

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