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Salinas recorrem a estrangeiros para setor não morrer

Salinas recorrem a estrangeiros para setor não morrer

Cinco indianos asseguraram safra do sal em Rio Maior. Figueira da Foz dá cursos para assegurar conhecimento e atrair empreendedores.

Se não fossem os cinco trabalhadores indianos que, este verão, trabalharam nas salinas de Rio Maior, muitas teriam ficado paradas. Já no ano passado, "dois ou três indianos" haviam completado a mão de obra necessária. E, antes disso, haviam sido "trabalhadores da Moldávia". O relato é de José Casimiro, presidente da Cooperativa de Produtores de Sal de Rio Maior.

"No início do ano, vimos isto complicado", admite. Mas a divulgação de que era precisa mão de obra e a oferta de "salários estáveis", atraiu "vários indianos que andavam noutras atividades".