Higienização

Só duas escolas alvo de desinfeção contra covid-19

Só duas escolas alvo de desinfeção contra covid-19

Ainda só duas secundárias tiveram de ser alvo de desinfeção contra a covid-19. Com as escolas fechadas desde 13 de março, a operação das Forças Armadas focou-se na formação dos assistentes operacionais das escolas que vão assegurar a higienização diária dos espaços.

A partir de segunda-feira, após o regresso dos mais de 150 mil alunos do 11.º e 12.º anos e dos 2.º e 3.º anos dos cursos profissionais, as ações de desinfeção serão feitas "se e quando for necessário". Ou seja, se surgirem focos de infeção.

Os militares realizaram, até quarta-feira, ações de formação em "mais de 330" secundárias de norte a sul do país, apontadas como prioritárias pelo Ministério da Educação. Até ao final desta sexta-feira, preveem concluir a formação dos funcionários nas 537 escolas que segunda-feira reabrem portas, garantiu o Ministério da Defesa Nacional ao JN.

Os ministros da Defesa, João Gomes Cravinho, e o da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, têm repetido, desde o arranque das ações das Forças Armadas, que "estão criadas as condições" para um regresso seguro. Na primeira demonstração feita dia 29 de abril, na secundária da Amadora, os militares já tinha sublinhado que o nível de perigosidade seria avaliado, mas que com as escolas fechadas há semanas, a prioridade seria a formação e não a desinfeção.

A operação envolveu cerca de 530 militares de 100 equipas dos três ramos das Forças Armadas. Estando disponíveis oito equipas de descontaminação do Elemento de Defesa Biológica Química e Radiológica.