Saúde

Só um tribunal pode tirar Lourenço ao pai

Só um tribunal pode tirar Lourenço ao pai

Numa situação de morte da mãe durante o parto, os poderes paternais recaem automaticamente sobre o pai.

Mas o caso de Lourenço Salvador, que nasceu terça-feira no Hospital de São José, em Lisboa, está longe de ser normal.

O bebé-milagre, que cresceu durante 15 semanas no útero da mãe em morte cerebral, pode ter outra batalha pela frente, além da da sua sobrevivência: a do poder paternal.

É que o pai, Miguel Ângelo Faria, já manifestou vontade de cuidar dele, mas os avós maternos querem a custódia. Especialistas em direito da família consideram, contudo, que muito dificilmente o bebé-milagre será retirado ao pai. Só por ordem de um tribunal e se existirem "razões muito fortes".

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