Covid-19

Sobem para 34 os casos associados à ómicron em Portugal

Sobem para 34 os casos associados à ómicron em Portugal

O número de casos de covid-19 associados à variante ómicron subiu para 34. O número é avançado no relatório das "linhas vermelhas" da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge (INSA).

"No que diz respeito à variante ómicron, às 18 horas do dia atual [sexta-feira], estão identificados um total de 34 casos", lê-se no documento. As duas entidades precisam que dos 34 casos, 28 estão associados ao surto na equipa de futebol B-SAD, cinco foram detetados na região Centro e um caso em Lisboa e Vale do Tejo.

O Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge precisa, esta sexta-feira, que os infetados estão assintomáticos ou "apresentaram sintomas ligeiros, não tendo ocorrido internamentos ou óbitos".

Nos 34 casos foram identificados "mutações específicas, fortemente preditores da variante ómicron". Porém, há situações em que se aguarda "o resultado quanto à identificação da variante".

Numa última amostra, "relativa ao período de 15 a 21 de novembro", "não foi detetado qualquer caso desta variante nas amostragens aleatórias semanais", precisa o INSA. A variante delta continua a ser a mais prevalente em Portugal, circulando atualmente várias sublinhagens, entre elas, a AY.4.2 e AY.43.

As crianças abaixo dos 10 anos são o grupo etário com incidência cumulativa a 14 dias mais elevada (597 casos por 100 mil habitantes), mas a subida de casos é crescente em todas as idades. Já os maiores de 80 anos registam 172 casos por 100 mil habitantes, o "que reflete um risco de infeção inferior ao apresentado pela população em geral".

Todas as regiões do país apresentam um Rt (índice de transmissibilidade) acima de 1, "indicando uma tendência crescente da incidência de infeção" por SARS-CoV-2.

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A ocupação de camas nas unidades de cuidados intensivos subiu para 50%, com 128 doentes internados a 1 de dezembro. "As regiões do Algarve e do Centro têm uma ocupação em percentagem do nível de alerta acima dos 70%", relatam a DGS e o INSA.

Portugal registou, esta sexta-feira, 21 mortes por covid-19, sendo o número mais elevado desde 18 de março.

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