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Solidariedade alimenta animais nos zoos

Solidariedade alimenta animais nos zoos

Nos parques na Área Metropolitana do Porto a receita de bilheteira não chega para pagar a fatia de leão dos custos. Ajudas municipais e estatais não existem e só doações os mantêm abertos.

Nove e meia da manhã e a fila para a bilheteira do Zoo da Maia já tem mais de 30 pessoas, todas famílias com muita pequenada. Durante a espera de 30 minutos, poucos imaginam o que lá se passa dentro em limpezas, alimentação de animais... Incluindo a contabilidade, uma batalha diária para pagar as contas, com a fatia de leão para a alimentação dos animais. Uns com poucas e outros sem ajudas, a batalha estende-se a outros parques na Área Metropolitana do Porto.

"Este é o único zoo do país detido por uma Junta de Freguesia", explica a autarca local Olga Freire, comentando em seguida a dificuldade em manter aquela estrutura na Maia, começando por funcionários, manutenção e alimentação, cujo peso, ainda assim, se torna mais leve devido à parceria com um hipermercado, que envia regularmente frescos (carne, legumes e fruta). "Quando não chega, compramos", prossegue.

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