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Tomás vai à China tratar leucemia 

Tomás vai à China tratar leucemia 

Família diz que tratamento que estava previsto em Israel já não funciona para o menino.

Tomás Lamas, o menino de 11 anos que sofre de leucemia, vai partir dentro de dias para Pequim, na China, para realizar um novo tratamento com Car T Cells.

A família conseguiu reunir, em quatro dias, donativos no valor de 350 mil euros para o pequeno Batazu (como é tratado pelos amigos) voltar a Israel para prosseguir tratamentos. Contudo, de acordo com a informação publicada pela família nas redes sociais, o tratamento aplicado no hospital israelita "infelizmente, já não funciona no Tomás".

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Assim, "e sob a orientação da equipa médica de Israel, encontrou-se uma alternativa mais eficaz" que passa pela realização de tratamentos em Pequim com o objetivo de conseguir uma remissão completa e avançar logo de seguida para o transplante, em Israel.

"Estamos confiantes que vai correr tudo bem com o tratamento em Pequim para depois o Tomás se encontrar em Telavive, Israel, com a mana mariana e avançar para o transplante", afirmou a família. Mariana, de 9 anos, é uma das irmãs de Tomás que, após a realização de testes, revelou ser 100% compatível para o transplante de medula.

Batazu tem leucemia mieloide aguda diagnosticada em abril de 2021. Tomás queixou-se de dor num ouvido e tinha febre. No dia seguinte, um pequeno "alto" no rosto levou-o ao hospital. Fez análises e descobriu-se o cancro. Desde essa altura, já fez quimioterapia, tratamento com Car T Cell (uma forma de imunoterapia que utiliza o próprio sistema imunitário do doente para combater o cancro) em Israel e, já em Lisboa, onde vive, descobriram, dias antes do transplante, que o cancro tinha voltado. Sem tratamento em Portugal, Tomás Lamas, o pai, médico, voltou a procurar ajuda no estrangeiro e, dentro do valor dos donativos angariados, vão agora à China procurar ajuda.

Há três semanas que o casal e os quatro filhos estão fechados em casa para evitar o contágio de qualquer doença. Agora, pai e filho "vão finalmente viajar". Por causa da doença, a família antecipou os festejos de Natal já que será difícil estarem juntos no final de dezembro.

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