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Trabalho-shopping-casa: Multidões enchem shoppings

Trabalho-shopping-casa: Multidões enchem shoppings

Confinamento do fim de semana antecipa e afunila as compras de Natal no limiar das regras sanitárias.

Se a crise sanitária também mudou os hábitos de consumo é forçoso constatar, como se verificou ao final da tarde de sexta-feira, sobretudo nas áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa, que não é a covid-19 que impede milhares de cidadãos de aceder aos novos templos da convergência natalícia. As medidas restritivas decretadas pelas autoridades sanitárias parecem, afinal, ter o perverso condão de afunilar, nos dias de semana, em horário pós-laboral, os clientes obrigados a confinamento durante o fim de semana.

A Associação dos Centros Comerciais garante ter meios de controlo de entradas e saídas nos hipermercados e nas próprias lojas, mas a aglomeração destes transeuntes e consumidores andará no limiar da ordem, que exige cinco pessoas por dez metros quadrados. Ainda na sexta-feira, no NorteShopping, em Matosinhos, o JN verificou uma longa serpente humana, de uns bons cem metros, à entrada da loja de uma multinacional de roupa a preços populares. Apinhados, os parques automóveis expunham a grande afluência de fregueses. Contactada pelo JN, a Sonae, dona do maior centro comercial do Norte, não esteve disponível para comentar.

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