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Um pesado caderno de encargos nos seis meses de presidência

Um pesado caderno de encargos nos seis meses de presidência

Direitos sociais, pacto das migrações, reforma da PAC e lei do Clima são alguns dos dossiês da liderança portuguesa.

Portugal inicia hoje a sua quarta presidência rotativa, até ao final de junho, do Conselho da União Europeia com uma agenda carregada de ambições e de tarefas pesadas. O combate à pandemia de covid-19, com a vacinação universal gratuita dos europeus, a conclusão dos 40 regulamentos do novo Quadro Financeiro Plurianual (um milhão de milhões de euros) e a aplicação do Plano de Recuperação e Resiliência (750 mil milhões de euros, cuja primeira fatia de 10% chega no primeiro semestre) são as imediatas.

Entre as ambições, está a aprovação do Plano de Ação, na Cimeira Social de 7 e 8 de maio no Porto, para levar à prática o Pilar dos Direitos Sociais, aprovado em 2017. Cabe à ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, conduzir o debate. Mas há obstáculos, como a resistência a uma diretiva regulamentar sobre salário mínimo nacional em toda a União.

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