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Urgências batem recordes mas centros de saúde estão calmos

Urgências batem recordes mas centros de saúde estão calmos

Desde 2017 que não havia tanta procura como na última segunda-feira. No S. João, foi atingido máximo em 13 anos.

Os serviços de urgência estão a rebentar pelas costuras. Na última segunda-feira, os hospitais registaram 21 655 episódios, um número que já não se via desde 2017. À gripe tardia e aos casos de covid-19, juntam-se idosos com doença descompensada e muitos doentes não urgentes, que deveriam ser atendidos nos cuidados primários. Porém, ao contrário do que seria expectável, os centros de saúde tiveram no mesmo dia uma procura normal.

As segundas-feiras são tradicionalmente complicadas nas urgências hospitalares, mas no S. João, no Porto, não se via nada assim desde 2009. Foram 952 atendimentos num só dia, sem uma justificação clara (o normal seria 600). O número de doentes com sintomas respiratórios (inclui gripe) rondou os cem e está longe de ser a causa daquele pico que resultou em "muitas horas de espera".

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