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Usam martelo e marcador para legalizar milhões de peças em ouro

Usam martelo e marcador para legalizar milhões de peças em ouro

Contrastaria de Gondomar é a maior do país e nos 140 anos da instituição oferece menos tempos de espera.

Tida como o primeiro mecanismo de defesa do consumidor (remonta ao século XIII), a contrastaria portuguesa está a completar 140 anos. O maior polo situa-se em Gondomar onde, em conjunto com o do Porto, é feito o controlo (verificação do toque legal) e certificação de cerca de 87% das peças em metais preciosos que entram no mercado. As restantes saem da contrastaria de Lisboa.

Mas, para que serve a contrastaria? De uma forma simples, é a entidade, integrada na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, que garante a certificação das peças em metais preciosos, como ouro, prata, platina e paládio, assegurando a proteção do consumidor, prevenindo a falsificação, fuga ao Fisco, branqueamento de capitais e promovendo a leal concorrência entre os operadores económicos.

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