O Dia Mundial do Cancro do Pulmão assinala-se este sábado com renovada e reforçada dose de esperança no tratamento.
Durante a última década, a inovação abriu caminho a novas opções terapêuticas, que possibilitam um aumento significativo da esperança de vida dos doentes. Com a imunoterapia, por exemplo, os doentes podem ganhar mais três anos de vida depois do diagnóstico.
Se nos primórdios deste milénio a quimioterapia era a única solução, permitindo um incremento na sobrevida dos doentes entre 12 e 16 meses, a realidade é hoje bem diferente. Em 2010, surgem as terapias dirigidas a alvos do tumor, que permitem "estender a sobrevivência global dos doentes para cerca de dois anos, com uma melhoria significativa da qualidade de vida: não induzem enjoos, vómitos, queda de cabelo ou toxicidade sanguínea", explica António Araújo, diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar Universitário do Porto/Hospital de Santo António.
