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Vivem com trauma da guerra e apoios são insuficientes

Vivem com trauma da guerra e apoios são insuficientes

Rede de apoio aos ex-combatentes com stress pós-traumático só chega a Lisboa, Porto, Braga e Tondela. Há quem faça 300 quilómetros para poder ter consultas.

Jorge Gouveia, ex-combatente no Ultramar, passou dois anos na guerra colonial em Moçambique, entre 1967 e 1969. Sofre de stress pós-traumático. "É um vírus que transmitimos às mulheres, aos filhos, muitos criados em ambientes de turbulência." Só começou a receber apoio psicológico 25 anos depois de regressar.

Estima-se que haja mais de 100 mil pessoas a sofrer de trauma de guerra em Portugal. Há uma Rede Nacional de Apoio, mas não chega a todo o território. Ontem, comemoraram-se os feitos históricos dos antigos combatentes na Batalha de La Lys.

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