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Voto porta a porta apanha eleitores a infringir regras

Voto porta a porta apanha eleitores a infringir regras

Arrancou na terça e termina esta quarta-feira mais uma complexa - e inédita - operação em que assentam as presidenciais de domingo: a recolha porta a porta dos 12 906 votos em lares de idosos e em casa de pessoas em confinamento obrigatório.

Com as brigadas a detetarem infrações: houve eleitores que, apesar de se terem inscrito para votar antecipadamente, estavam ausentes de casa, violando o isolamento decretado pelas autoridades de saúde.

A denúncia foi feita pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP): "As pessoas foram informadas de que a votação decorreria nestes dois dias, mas algumas, felizmente poucas, esqueceram-se da obrigação de estar confinadas, o que pode ter consequências que decorrem quer da lei do confinamento obrigatório, quer da lei do processo eleitoral", afirma ao JN o presidente da ANMP. Manuel Machado adianta que essas situações se verificaram em "certos municípios", como Coimbra, ao qual preside, e onde 268 eleitores pediram para votar na sua residência. Mas "alguns, menos de uma dezena", não se encontravam lá.

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