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Meio-Estado de Emergência

Meio-Estado de Emergência

2021 entra com uma novidade na luta contra a pandemia: o Estado de Emergência de uma semana, justificado pela impossibilidade de reunir os especialistas antes do meio de janeiro.

A proposta foi feita esta terça-feira no Parlamento pelo Presidente da República e deverá ser aprovada, tendo já o aval do Governo, com este "Meio-Estado de Emergência" a vigorar entre 8 e 15 de janeiro.

Pelos vistos, não será preciso "guerrear" para aprovar este Estado de Emergência. E, pelas palavras do primeiro-ministro, também não será preciso "guerrear" pela vacina, dando a garantia que todos terão acesso.

A vida não é só covid, mas, pelos vistos, também não é uma festa. Pelo menos em Ponte de Lima, onde estas estão proibidas até ao final de março, como conta a Ana Peixoto Fernandes.

Repetindo o início do parágrafo anterior: a vida não é só covid. Também é burocracia. É disso que se queixa Mário Ferreira, da Douro Azul, a propósito do plano de mobilidade do Tua. Como escreve Fernando Pires, "apesar de nenhuma das partes confirmar ou desmentir a informação, a verdade é que os cinco municípios que integram a Agência de Desenvolvimento do Vale do Tua (ADRVT) já pediram uma reunião urgente ao operador".

E para fechar, ainda a Azambuja, e um aparente (e grave) mal entendido. Segundo o presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, a única autorização que havia na Herdade da Torre Bela era a de abater 720 sobreiros. Não sei se eram 720, mas não pareciam sobreiros o que foi abatido na Herdade.

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