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28/10/2020
 
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António José Gouveia
 
Recatados e espalhafatosos
 
António Costa disse ontem ao que vinha no debate do Orçamento do Estado para 2021. Ignorou Catarina Martins e elogiou Jerónimo de Sousa, fazendo lembrar as suas declarações de há dois anos quando classificou o Bloco de Esquerda de um partido de "mass media" e os comunistas como um partido de massas, mesmo sabendo que o PCP tem vindo, nos últimos anos, a perder eleitorado. E se os comunistas negociaram este Orçamento "sem espalhafato", segundo palavras do primeiro-ministro, o que não faltou aos bloquistas foi o barulho mediático nas duas últimas semanas. Percebe-se que, para esta legislatura, dure o que durar, António Costa desistiu do Bloco de Esquerda para se centrar no seu aliado mais reforçado, o PCP, e o esporádico PAN. Ficou patente que a estratégia do primeiro-ministro passa por roubar eleitorado aos bloquistas ao acusar Catarina Martins "de desertar" e se juntar à Direita nesta votação do Orçamento. Já está a capitalizar os dados de uma sondagem publicada ontem pelo "Jornal de Notícias" que dava conta que a maioria do eleitorado do BE preferia que o Orçamento passasse, fosse com voto a favor ou pela via da abstenção. E isso viu-se ontem: "Não vale a pena polarizar entre nós o debate", ironizou o primeiro-ministro. Não foi por acaso que António Costa começou a sua intervenção pela tema da Saúde, a grande divergência com os bloquistas, comparando o orçamento do Serviço Nacional de Saúde (12,1 mil milhões de euros) com a "bazuca" que virá de Bruxelas nos próximos anos. Tudo para minimizar os argumentos de Catarina Martins, que acusa o Governo de ter baixado o valor a distribuir no próximo ano quando estamos em circunstâncias pandémicas. Quando hoje se for votar o Orçamento na generalidade, que em princípio será aprovado, a vingança do BE vai estar lá na frente, nas discussões na especialidade. Que vai infernizar o Governo, isso vai.
 
 
 
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