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Cancro do testículo: estar alerta é o melhor remédio

Cancro do testículo: estar alerta é o melhor remédio

Tem uma taxa de cura superior a 90%, mas a deteção precoce do problema ainda deixa a desejar. Afeta sobretudo jovens, entre os 15 e os 35 anos.

Foi há mais ou menos dois anos que Sérgio Barbosa, então com 38, começou a aperceber-se de que algo não estava bem. A dor e o desconforto que sentia nos testículos foram o primeiro aviso, o "carocinho mais duro" que detetou quando decidiu fazer a palpação o decisivo sinal de alerta. Percebendo que "algo não estava bem", não tardou a procurar a médica de família.

Os acontecimentos posteriores sucederam-se a ritmo acelerado: a ecografia, a certeza do tumor, o reencaminhamento para a especialidade de Urologia do Hospital de Santo António (Porto), a exérese cirúrgica do testículo direito - simplificando, a cirurgia para retirar o testículo. Mas o problema não ficaria resolvido ali. Entretanto, percebeu que o cancro já estava metastizado. Na zona da barriga e nos pulmões. Teve por isso de ser submetido a nova cirurgia, desta vez nos pulmões. E de fazer quimioterapia. Cinco ciclos, com interrupções pelo meio. Hoje, dois anos depois do início do pesadelo, continua a ser vigiado de perto, mas pode respirar de alívio. "Estou limpo."

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