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Da cozinha ao sexo e à escola: o movimento "slow" está em quase tudo

Da cozinha ao sexo e à escola: o movimento "slow" está em quase tudo

E se, por andarmos numa batalha constante contra o relógio, estivermos a desperdiçar esse bem valioso que é o tempo? É isso mesmo que defende o movimento "slow".

É possível que no preciso momento em que está a ler estas linhas tenha o telefone por perto para responder a qualquer chamada de trabalho ou espreitar os e-mails que vão caindo. É provável que o espere um dia tão cheio que terá de ler estas páginas na diagonal, para seguir a correr para o próximo compromisso. E que, com as pressas, até tenha feito uma refeição tão rápida que mal deu para sentir o sabor da comida. Pois esqueça. Aqui a ideia é pôr um travão à correria desenfreada dos dias. Eis o "movimento slow".

Slow de lento, de vagaroso, de pausado. Sem qualquer conotação pejorativa à mistura. "A ironia é que, ao vivermos numa permanente corrida contra o tempo, estamos a desperdiçar tempo em grande escala. O movimento slow é uma reação à imposição de que mais rápido é sempre melhor. Mas a filosofia slow não passa por fazer as coisas a passo de caracol. Passa antes por tentar fazer tudo no tempo certo. É bem mais profundo do que fazer as coisas mais devagar".

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