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Estudo em casa deu a volta ao mundo

Estudo em casa deu a volta ao mundo

Aulas da iniciativa Estudo em Casa rasgaram fronteiras e chegaram até a um veleiro português que anda a dar a volta ao Mundo. Mas também à África do Sul. Ou ao Luxemburgo. E a muitos seniores que, em Portugal, têm aproveitado para aumentar ou reciclar conhecimentos. Emissões na RTP Memória terminaram sexta-feira, mas os conteúdos continuam disponíveis na Internet.

Todos os dias, de segunda a sexta, Afonso, nove anos, tira a manhã para os estudos. Das 9 às 13 horas, mais coisa menos coisa. Parte desse tempo é passado de olhos cravados no tablet, a seguir as aulas disponibilizadas na plataforma online do Estudo em Casa. Português, Matemática, Estudo do Meio, Inglês, Expressão Artística. Muitas vezes, quando o dia começa, já tem na cabeça o programa de estudo para aquele dia. Volta e meia a irmã mais velha, Marta (14 anos), também espreita. As aulas de Português e Expressão Artística, sobretudo. Por vezes, a mais nova, Cármen (cinco anos), ainda se junta. Mas só para fazer desenhos. Porque não está em idade escolar.

A rotina dos irmãos Gonçalves é decalcada da de muitos milhares de jovens portugueses que, desde 20 de abril, têm acompanhado a iniciativa, espécie de versão 2.0 da velhinha Telescola. Culpa do maldito vírus que obrigou a trocar as salas de aula pelo estudo doméstico. A diferença é que estes irmãos fazem-no a bordo de um veleiro que, há cerca de um ano, partiu de Cascais determinado a dar a volta ao Mundo. E que agora, à custa da pandemia, está há quase três meses retido na Marina de Santa Marta, na ponta norte da Colômbia.

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