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Festejar sem stresse

Viver a quadra natalícia no meio da agitação não é uma inevitabilidade. Basta descomplicar, definir as verdadeiras prioridades e, depois, agir de acordo com elas.

Espera-se que o Natal possa ser uma altura do ano feliz, de reunião familiar. Mas, por estes dias, é fácil entrar em stresse porque a logística à volta das celebrações também pode implicar uma grande sobrecarga. Além de manter as ocupações profissionais até à véspera de Natal, muita gente já tem os miúdos de férias. Depois, há compras de presentes e de supermercado para fazer, uma ceia para organizar, a casa para decorar e, possivelmente, muitos quilómetros de estrada para percorrer. Por isso, há momentos em que começa a ser difícil manter todas as bolas no ar, sem deixar cair nenhuma ao chão.

Antes de tudo, é preciso questionar se precisamos mesmo de fazer aquilo que julgamos precisar. "O problema é que o Natal se tornou em mais uma obrigação: sorrir, oferecer prendas, cozinhar grandes ceias, preparar festas, decorar a casa. Tudo isto constitui uma sobrecarga financeira e de trabalho, sendo facilmente sentido mais como um peso e uma imposição do que como um prazer, um tempo de bem-estar, partilha, sossego e família", comenta o psicólogo, psicoterapeuta e escritor Vítor Rodrigues. O especialista alerta que o apelo ao consumo que é feito em todo o lado faz com que "existam "figurinos" para o "bom Natal" que leva as pessoas mais sugestionáveis a sentirem-se culpadas se não corresponderem a esse apelo coletivo".

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