Opinião

A mulher violenta

Um rabo-de-cavalo oxigenado, a nuca inclinada, os olhos para baixo vendo o abismo além dos sapatos de ténis, o vazio por baixo das solas, como naquelas varandas de chão de vidro na montanha, ou miradouro transparente de arranha-céus, que nos sussurram agora vou quebrar... De repente a mulher foi obrigada a voltar ao passado, a olhar para trás das costas. - O que é que está a tomar? A juíza folheava o processo. Um antidepressivo e um ansiolítico. - O outro medicamento não sei o nome. O diazepam é só para dormir à noite. - Sente-se bem com o diazepam? [...]

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