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Como ajudar os filhos a lidar com as derrotas

Como ajudar os filhos a lidar com as derrotas

Analisar as falhas, não inventar desculpas, refletir sobre os erros, gerir emoções, estimular o rigor, elogiar a dedicação. Incentivar e não punir. Sem pressões ou comparações.

Anota que podia ter sido melhor, o jogo que não correu como esperado, a audição de música com mais ansiedade e suor do que o costume, aquele dia que até podia não ter acontecido. "Acima de tudo, é necessário que percebam que a falha é importante, que reflitam sobre o que aconteceu, que entendam as razões, para que percebam o que têm de melhorar", diz Cláudia Azevedo, enfermeira, mãe de Carolina Teixeira de 13 anos, no 8.º ano, e Francisca Teixeira de oito anos, no 4.º ano.

O pai Paulo Teixeira, gestor comercial, concorda. "Falhamos todos os dias, enquanto seres humanos. É necessário saber gerir o tempo e as prioridades, treinar os índices de concentração." Sem dramas e sem pressões. Com discursos positivos e bons exemplos. "A vida não é só feita de sucessos, de vitórias, de coisas boas. Mas temos de dar o nosso melhor, tentar fazer as coisas bem feitas", acrescenta.

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