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Raquel Soeiro de Brito: "Não me arrependo de nada. Fiz o que quis"

Raquel Soeiro de Brito: "Não me arrependo de nada. Fiz o que quis"

Define-se geógrafa de campo. Foi das primeiras mulheres a doutorar-se em Portugal. Foi das primeiras investigadoras e um dos nomes mais destacados e produtivos da Escola de Geografia de Lisboa. Apaixonou-se desde jovem por vulcões. Em 1957, era a única mulher em trabalho na erupção do Capelinhos, nos Açores. Fez domingo, dia 12 de dezembro, 96 anos.

Magra, de estatura pequena, olhar muito vivo e uma memória - antiga e recente - impressionante. Recebe-nos em casa, em Paço d"Arcos. A sala aberta para o jardim é forrada a livros e fotografias do filho, dos netos e dos bisnetos. Algumas tiradas por ela, fotógrafa intuitiva e talentosa. Raquel Soeiro de Brito olha para a vida com sentido de humor e muita curiosidade. E otimismo.

Nas Canárias, o Cumbre Vieja continua a causar estragos em prédios e plantações, até desembocar no oceano. Tem acompanhado a tragédia?
Alguma coisa.

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