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Trabalhadores de 25 nacionalidades partilham os dias na Casa da Música

Trabalhadores de 25 nacionalidades partilham os dias na Casa da Música

Vieram dos cinco continentes para tocar, cozinhar e enriquecer um lugar que é de todos. São 25 nacionalidades que se entendem, todos os dias, a falar a língua do respeito, da música e da cultura.

Os ódios à primeira vista, tal como os amores, nunca se esquecem. Jérémy Pernet conta o que lhe aconteceu. Assim que o apresentaram à Casa da Música, já lá vão quatro anos, torceu o nariz. "Não gostei da atitude, da postura, da provocação." O estudante de arquitetura tinha voado de Clermont-Ferrand, em França, para o Porto ao abrigo do programa Erasmus.

Procurava um conhecimento "mais próximo da construção" e uma "experiência mais sensual da arquitetura". E o edifício não lhe enchia as medidas. A mudança do horroroso para o maravilhoso foi subtil. "Algo progressivo, conquistado." Misturado com outros fragmentos da vida. Deu-se o inimaginável, à luz dos seus tenros 24 anos.

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