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Ana Gomes

Há luz ao fundo do "apagão fiscal"?

Um jornalista descobriu em 2016 que o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do Governo Passos Coelho/Portas, Paulo Núncio, durante os anos da troika (2011/ /2014), mandara omitir a publicação de estatísticas sobre transferências de capitais para offshores (obrigação da Diretiva Europeia contra o Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo, que o anterior SEAF Sérgio Vasques tratara de fazer cumprir). E à conta dessa omissão, a Autoridade Tributária havia deixado de exercer controlos de branqueamentos de capitais e de evasão fiscal sobre essas transferências, pois as notificações que recebia dos bancos eram frequentemente infiáveis, sendo só meses ou anos depois retificadas.