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António Fontaínhas Fernandes

Atração e fixação de talento nas regiões

Na perspetiva do crescimento e desenvolvimento das regiões, uma questão-chave está na capacidade de fixação e de atração de talentos, em especial de jovens. Estudos internacionais apontam como principal razão para os jovens abandonarem as regiões de origem a falta de oportunidades de carreira profissional e salários baixos, reforçados no caso de estrangeiros, por problemas de integração, burocráticos e de comunicação.

António Fontaínhas Fernandes

Uma nova agenda para este país bipolar

O acordo do Governo e do PSD tem marcado a agenda política e incide sobre a posição de Portugal sobre o próximo quadro comunitário e a descentralização, relançando o debate da regionalização para o próximo período eleitoral. Parece existir convergência sobre a descentralização para os municípios e freguesias, mas ao nível da organização regional e metropolitana exigem-se estudos adicionais. Foi anunciada a criação de uma Comissão Independente de Descentralização para elaborar propostas que promovam maior consenso entre os principais partidos.

António Fontaínhas Fernandes

Os estudantes no epicentro do "Superior": que desafios?

As comemorações do Dia do Estudante do passado fim de semana são o pretexto para uma reflexão sobre o papel dos estudantes na academia e alguns desafios. Volvidas algumas décadas desde a contestação estudantil dos anos sessenta, primeiro em Lisboa e depois em Coimbra, à ditadura política e a falta de liberdade então vigente e a dos protestos do aumento de propinas, em plena democracia, os problemas da atualidade são de outra natureza.

António Fontaínhas Fernandes

Novo ano: o que fazer e qual o papel das universidades?

O início do ano é o momento para uma reflexão prospetiva do "estado da arte" do país. Os dados de 2017 apontam para um bom desempenho económico, com o emprego a crescer a uma taxa superior à do PIB, o que sugere uma recuperação baseada em atividades de baixos salários. Em contraste, os incêndios e a seca colocaram a nu debilidades do modelo económico e social assente num modelo centralista, olhando para o território como uma faixa litoral, embora assente numa narrativa bem construída.