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António José Gouveia

Uma nova coligação

O líder do PSD está a tentar uma jogada de mestre: antecipar os trunfos de António Costa para o próximo ano e reivindicá-los como bandeiras suas. No fim de semana, Rui Rio veio pedir aumentos para a Função Pública em 1,4%, num discurso mais bloquista do que a própria Catarina Martins teria feito. Ver Passos Coelho defender tamanha medida seria impossível e este movimento de Rio acaba de vez com a política seguida pelos passistas: a defesa acérrima de menor défice e dos interesses da Banca.

António José Gouveia

Uns "totós"

O Novo Banco é, há muito, liderado pela máxima: "se deves 5 mil euros ao banco é um problema teu, mas se deves 5 milhões é um problema do banco". O prejuízo do Novo Banco disparou o ano passado para quase 1,4 mil milhões de euros, as maiores perdas registadas desde a constituição, em agosto de 2014, depois da queda do BES. Um resultado negativo alicerçado por imparidades (dinheiro que o banco nunca mais vai ver) de cerca de 2 mil milhões de euros, dos quais a maior parte foram empréstimos contratados pelo Banco Espírito Santo e que o Novo Banco sabe que não será ressarcido.