Opinião

Céu e inferno

A irregularidade parece ser a regra do Braga neste arranque de temporada. Se na passada quinta-feira, diante do Midtjylland, os Guerreiros do Minho venceram e convenceram na Europa, já no domingo, com o Boavista, voltaram a fracassar o objetivo de conquistar três importantes pontos na própria casa.

Na noite de domingo, o jogo começou aziago para o Braga e o Boavista marcou o primeiro golo praticamente sem fazer nada por isso. Foi uma jogada de muita infelicidade para Tormena que Musa aproveitou da melhor maneira. O que se seguiu foi um domínio quase total do Braga, que redundou em dois golos (primeiro por Iuri Medeiros e depois por Ricardo Horta), numa nova remontada no Municipal de Braga.

Até ao minuto 89, o jogo teve como uma única direção a baliza do Boavista num autêntico festival de oportunidades perdidas. No último minuto do tempo regulamentar, Yusupha marcou um golo de belo efeito que congelou a pedreira e fez ressuscitar os fantasmas que pairavam sobre equipa desde os Açores. Foi amargo e foi injusto; mas é assim mesmo o futebol e aí reside muita da sua beleza.

O Boavista fez a festa do ponto conquistado e o Braga lamentou os dois perdidos. Os últimos quatro jogos são o retrato perfeito de uma temporada que começou desacertada e prossegue num sobe e desce intranquilo que se adensa a cada jogo. É certo que a equipa de Carlos Carvalhal tem sido sempre superior aos adversários, mas a verdade é que essa superioridade não tem trazido tantos pontos quanto queríamos.

A subir

Somos campeões do mundo de futsal! Parabéns à FPF, ao treinador e aos jogadores, em particular os três atletas do SC Braga/AAUM presentes na seleção (Vítor Hugo, Tiago Brito e Fábio Cecílio).

A descer

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O Braga caiu à sexta posição, confirmando um arranque abaixo de todas as expectativas na Liga. Acreditamos que a paragem poderá ser o tónico necessário para melhorar o desempenho da equipa.

*Adepto do Braga

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