Opinião

Vimos para construir

Os eleitos do partido Aliança não irão sozinhos resolver os problemas do país, o seu compromisso é ajudar a minorar os estragos, assumindo-se desde já e depois de eleitos como a voz serena, mas firme, de quantos estão descontentes com o desnorte reinante.

Sabem que não serão ainda poder, mas tão-pouco se assumirão no Parlamento como contrapoder. Farão uma oposição responsável, mas sempre contra os desvarios de quantos pretendam levar de novo o país à banca rota, contra os abusos de poder e o desrespeito pelos princípios basilares da democracia.

Não pactuarão com farsas e denunciarão o embuste que tem sido levado a cabo por quantos irresponsavelmente têm vindo a atirar o lixo para debaixo do tapete. À conta disso, somos um estado falido, é preciso assumi-lo.

Seremos a consciência crítica dos Pinóquios do regime, que negam tal evidência, e estaremos lá sempre para lhes lembrar que a mentira tem perna curta. Que ela é o pior dos caminhos porque a realidade não é uma fábula para crianças, como a criada por Carlo Collodi, e que a continuar a insistir no erro esta história não terá o final feliz daquela.

O Aliança é um partido radicalmente moderado onde todos cabem, desde que o propósito seja criar e acrescentar valor. Será bem-vindo quem vier por bem.

O caminho é estreito, mas ainda há esperança. Sabemos qual é esse caminho e o que é preciso fazer para lá chegar. Queremos fazê-lo com a ajuda de todos quantos anseiam por um Portugal de novo às direitas.

Temos um líder forte que nos inspira e motivação não nos falta, é por isso que a alternativa útil para refundar a Direita está no Aliança.

Os três da vigairada, PS/PCP/BE, já mostraram o que não valem. O PSD definha, assim como um rio sem força e sem corrente. O PP parco de ideias anda à deriva no meio da tempestade. O PAN entretém-se a surfar a onda de um único tema porque é de moda.

Ora, o que a todos incomoda é saberem que o Aliança veio para ficar e não vai em modas, mas em causas.

Crescimento económico, combate à pobreza e exclusão social, coesão territorial e defesa do planeta, entre outras, são as bandeiras que defenderemos sem tréguas no Parlamento.

E quantos mais eleitos o Aliança conquistar maior será a nossa força.

É que se um deputado incomoda muita gente, dois, ou mais incomodam muito mais.

*Jurista e candidata independente, pelo Porto