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Opinião

Respirar fundo

O Braga chegou a este jogo depois de um dos piores desaires da sua história. A derrota do Bessa era um trauma demasiado difícil de ultrapassar com tão pouco tempo de recuperação entre jogos.

A entrada disfarçou a crise e o golo madrugador que resultou do entendimento perfeito entre Iuri Medeiros e Moura trouxe a esperança de que a crise estava ultrapassada. Foram precisos 43 segundos para o Braga estar em vantagem no jogo e os adeptos respirarem de alívio.

A lição de Carlos Carvalhal estava bem estudada e tinha sido bem assimilada pelos jogadores. Mas a expectativa dos adeptos era de que o jogo seria um passeio a partir deste golo madrugador. Mas não foi. E a impaciência das bancadas foi um elemento dominante ao longo de todo o jogo.

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Percebe-se o descontentamento, mas o tempo é de respirar fundo e encher os pulmões de vontade de apoiar o Braga numa fase decisiva para a continuidade na Taça de Portugal e, depois, na Liga Europa.

Já não vencíamos a B-SAD em casa há dois anos e os três pontos conquistados trazem tranquilidade na luta pelo quarto lugar. Respiremos, pois.

Positivo: As modalidades do Braga continuam em grande. Na natação, José Paulo Lopes bateu um novo recorde nacional nos 1500m livres. No atletismo, Mariana Machado venceu a São Silvestre de Lisboa; Francisco Rodrigues e Vanessa Carvalho venceram a São Silvestre de Braga.

Negativo: Os horários definidos pela Liga de clubes para os jogos do Sporting de Braga em casa deveriam ser objeto de uma auditoria. Não se compreende que o Braga jogue sempre nos piores horários de todos.

* Adepto do Braga

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