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Felisbela Lopes

Sabemos o que não querem. E agora...?

O Reino Unido sai oficialmente da União Europeia às 23 horas do dia 29 de março, ou seja, daqui a 70 dias. O que falta fazer? Falta a aprovação por parte do Parlamento britânico do acordo de saída já fechado pela União Europeia. Falta um entendimento entre os deputados, principalmente no interior dos partidos conservador e trabalhista. Falta diplomacia à primeira-ministra Theresa May. E falta poder de decisão àqueles que residem no Reino Unido e que, neste momento, estão profundamente arrependidos da escolha que fizeram em 2016. Falta tudo, portanto.

Felisbela Lopes

Todos em pré-campanha

Ao devolver ao Governo o decreto-lei que previa a recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço dos professores, o presidente da República não surpreendeu, mas causou um grande problema ao Executivo que se desenvolverá em três frentes: ministérios da Educação e das Finanças são agora obrigados a negociar com os temíveis sindicatos da Educação; partidos da Esquerda endurecerão as suas posições; e a população estudantil e respetivas famílias vão desesperar com as esperadas greves dos professores.

Felisbela Lopes

Agarrar o tempo em tempo de Natal

Estamos mais impacientes, é um facto. E mais insatisfeitos. Nesta era líquida, não temos disponibilidade para nada. A agenda enche-se de coisas e esvazia-se de pessoas. Porque não há tempo. Há muito para fazer. Imersos numa realidade hiperconectada, há que responder a emails, atender telefonemas, fazer videochamadas, consultar sites de que necessitamos, espreitar redes sociais, passar os olhos pelos programas que se acumulam na box da televisão... E trabalhar. Não há margem para mais. Que o Natal seja uma oportunidade para interromper este frenesim que tomou de assalto as nossas vidas.

Felisbela Lopes

A importância dos media na descentralização do país

Qualquer reforma que vise promover a descentralização do país terá, em determinado momento, de refletir sobre o papel dos meios de comunicação social. Nacionais e regionais. Desenhando o espaço público por onde circulamos, os media noticiosos são centrais para o desenvolvimento do nosso território. Que estruturam e, simultaneamente, são estruturados pela realidade que refletem. Esta dualidade estrutural deveria merecer um amplo debate.